Novo Playstation Vita: o portátil que vai desbancar o 3DS

O mundo está em jogo

Enfrente adversários do mundo todo enquanto cruza a cidade de ônibus. Controle cada movimento com o toque de um dedo ou exploda combatentes inimigos voando pela sua sala. Algumas de suas marcas favoritas do PS3™ e novos títulos desenvolvidos apenas para PlayStation®Vita oferecem uma nova experiência de jogo sem limites. O mundo está em jogo.

Formas de jogar totalmente novas

Transforme o seu mundo. Com as câmeras dianteira e traseira, você pode transformar balcões de cozinha em um ringue de combate ou salas de reunião em um campo de batalha. A tecnologia de Realidade Aumentada (RA) para o PlayStation®Vita traz o seu mundo físico para o mundo do PlayStation®.

Interaja com o mundo. Recursos de Wi-Fi e 3G* identificam a localização de adversários próximos, enviam amigos para caças ao tesouro e mantêm o mundo atualizado sobre a sua classificação.

Ação ininterrupta. Literalmente. Mantenha a intensidade em casa ou enquanto estiver em trânsito. Com a conectividade Wi-Fi ou 3G, você pode continuar seus jogos exatamente no ponto em que havia parado, até mesmo em seu sistema PS3™.

*Conectividade sujeita às limitações de disponibilidade de Wi-Fi e de cobertura 3G.

Os maiores e melhores jogos

O PlayStation®Vita muda a maneira como você joga seus títulos favoritos. Com uma tela e um painel traseiro multitoques, sensores de movimento e realidade aumentada, o PS Vita dá vida aos maiores e melhores jogos que você já experimentou. Curta suas aventuras favoritas de um jeito totalmente novo, com gráficos de ponta e recursos sociais inéditos.

Tela OLED deslumbrante de 5 polegadas, painel de toque traseiro e duas alavancas analógicas

Formas atraentes: projetado em torno dos clássicos controles com duas alavancas, o PlayStation®Vita reinventa sua experiência de jogo com um modelo ultrafino e do tamanho certo para o seu bolso.

Beleza nos detalhes: aprecie conteúdos com qualidade de cinema nesta tela OLED de 5 polegadas com a mais alta definição.

Controle completo: a tela frontal multitoque e o painel de toque traseiro identificam cada toque e colocam seus dedos no comando

Veja um vídeo abaixo com o compacto do novo console:

 

Dual boot de Windows 7 e Windows Server 2008 R2, usando VHD’s

É isso mesmo….

Dual boot do Windows 7 e Windows Server 2008 R2, com direito a menu de opção no momento do boot, e sem utilizar nenhuma ferramenta de particionamento de HD….Ah! E o melhor…com o Windows 7 já instalado e rodando há tempos…

Diferentemente da forma como era realizado anteriormente; através do particionamento do HD, escolha das partições no momento da instalação e edição da linha de boot inicializável, agora ficou tudo mais simples. Vou mostrar mais abaixo. Basta apenas criar o VHD, conforme as instruções para otimização do sistema, e ativá-lo de modo a aceitar um SO para rodar o ambiente perfeitamente, em um hardware dedicado*. A única parte virtualizada seria o HD (no caso, VHD), que não atrapalha em nada o processo, pois emula praticamente um disco através do arquivo gerenciável e da interface de gerenciamento de discos, o que o faz semelhante a um disco rígido físico.

Vejamos como fazer isto:

A sequência de comandos exata a ser usada no processo, mais abaixo:

Lembre-se que estamos pressupondo a instalação já realizada do Windows 7. Se não, instale-a…

  1. Verificar se existe, no mínimo, 32 GB ou mais de espaço em disco disponível.
  2. Insira o disco do Windows Server 2008 R2 e pressione SHIFT+F10. O prompt de comando do DOS aparecerá, para que possamos começar a configurar o VHD.  Os comandos não são Case Sensitive. Só estou digitando em caixa alta afim de otimizar a vizualização.
  3. Digite DISKPART para executar o utilitário.
  4. LIST DISK para checar os discos disponíveis em seu sistema. Estou supondo que não exista outro disco…
  5. SELECT DISK 0
  6. CREATE PARTITION PRIMARY
  7. FORMAT FS=NTFS QUICK
  8. LIST VOL
  9. ASSIGN
  10. LIST VOL
  11. CREATE VDISK FILE=c:\VHD\windows2008r2.vhd MAXIMUM=200000 TYPE=EXPANDABLE
  12. SELECT VDISK FILE=c:\VHD\windows2008r2.vhd
  13. ATTACH VDISK
  14. CREATE PARTITION PRIMARY
  15. FORMAT FS=NTFS QUICK
  16. ASSIGN LETTER=V:
  17. LIST VOL
  18. LIST VDISK
  19. EXIT DISKPART
  20. Já pode finalizar a janela  do WinPE.

Instalação: momento após o boot com o DVD do Windows Server 2008 R2...

Criação do VHD: agora será criado e configurado o "disco" onde será armazenado o SO, utilizando o utilitário DISKPART.

Outras referências e artigos:

Windows Automated Installation Kit (WAIK) para Windows 7 e Windows Server 2008 R2 – obtenha @http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?displaylang=en&FamilyID=60a07e71-0acb-453a-8035-d30ead27ef72.  É a bíblia dos profissionais que precisam de um “Boot from VHD”.

Windows Virtualization Blog – Ver o VHD depois da inicialização em  http://blogs.technet.com/virtualization/archive/2009/05/14/native-vhd-support-in-windows-7.aspx.

Knom’s Developer Corner – Outro bom post  http://blogs.msdn.com/knom/archive/2009/04/07/windows-7-vhd-boot-setup-guideline.aspx.

*Hardware dedicado pois no momento da utilização de um dos sistemas em Dual, o outro fica completamente desligado, o que aumenta o poder de processamento e “individualiza” o Sistema Operacional em questão.

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Da série, Will it Blend ? “O que vamos liquidificar ?” – iPhone 4s

Galera,

Para não perder o costume, mais um vídeo da série ”Will it Blend”…ele possui vários outros vídeos, mas faço questão de postar aqui os tecnológicos. Principalmente quando fazem referências a ótimos gadgets….

O anterior foi do iPhone 4, que me deixou até com medo….agora esse me deixa injuriado, pois nem tenho um iPhone 4s ainda ! E imaginem só a SIRI (assistente de voz virtual) gritando enquanto é liquidificada….’risos’ !

 

 

E não, não é montagem. Esse louco “liquidifica” tudo que vê pela frente !

E, mais uma vez, ele satiriza o nosso querido Steve Jobs….!

LogMeIn: Como fazer um computador entrar em modo inativo/ativo ou se desligar usando o recurso Wake On LAN

Galera,

Todos aqui já devem conhecer, de antemão, o sistema de acesso remoto free LogMeIn. Aos que não conhecem, aqui está o Guia do Usuário, para aprofundarem no mesmo. Super seguro, de excelente qualidade e de fácil gerenciamento e aprendizado, detona todos os concorrentes gratuitos do mercado. Possui até app para iPhone !

Mas não é disso que iremos falar hoje….

Logo abaixo, aprenderemos como habilitar o recurso de Wake On LAN (”acordar automático”) em nossas máquinas que possuem o client do LogMeIn instalado:

Quando todos os requisitos forem atendidos, será possível usar o Wake On LAN para ativar um computador que está em modo inativo (PC e Mac) ou desligado (PC).

Confira esta lista para ter certeza de que poderá usar o recurso Wake On LAN.

• Há pelo menos um outro host do LogMeIn na LAN online e disponível?

• O recurso Wake On LAN está habilitado no host?

No host, abra o LogMeIn e siga este caminho: Opções > Preferências > Configurações avançadas. Em Rede, certifique-se de que a opção Habilitar ‘Wake On LAN’ (WoL) no estado de hibernação (sleep) e de desligamento esteja selecionada.

Não é possível acessar este recurso?

• Se o LogMeIn tiver sido instalado por um administrador ou através de um Link de instalação do LogMeIn Central, seu administrador poderá ter restringido seu acesso a este recurso. Para obter mais informações, entre em contato com o administrador.

Deseja ativar um PC que está desligado?

• Para um host Windows desligado (mas conectado), confirme se o recurso Wake On LAN está habilitado no BIOS do computador.

Deseja ativar um Mac?

• Habilite a seguinte configuração: Preferências do sistema > Economia de energia > guia Opções > Ativar para acesso de administrador de rede Ethernet.

• Confirme se o computador está em uma rede cabeada. Não há suporte para o recurso Wake On LAN em hosts Mac em rede sem fio.

• Confirme se o Mac está em modo inativo e não desligado.Não é possível ativar um Mac desligado.

O host está em um modo inativo suportado?

• Modo de espera, inativo ou hibernação (ACPI especificação S3 ou S4).

Tudo pronto?

Qualquer computador na conta que esteja pronto para Wake On LAN mostrará o botão Ativar este computador. Para ativar o computador, clique no botão. Pode levar vários minutos para o computador ser ativado.

Figura: Wake On LAN na Exibição lado a lado

Aplicativo oferece espaço gratuito de 5GB para iPhone

O serviço online de backup SugarSync permite que arquivos armazenados no sistema da empresa sejam compartilhados com amigos ou até mesmo sincronizá-los com novas fotos e músicas armazenadas no computador. Com o aplicativo SugarSync para iPhone o mesmo pode ser feito na palma da mão do usuário.

Antes de começar a usar o aplicativo, será necessário criar uma conta do SugarSync. Cada registro oferece até 5GB de armazenamento gratuito, sendo que maiores espaços podem ser contratados.

Depois de fazer a sincronização dos arquivos no computador com Mac OS X ou Windows, eles aparecerão no iPhone. Com uma interface limpa, fica fácil de interagir com o aplicativo. Ao contrário do app semelhante Dropbox, alguns recursos são bastante limitados. Não é possível assistir a vídeos dentro do aplicativo nem mesmo excluir arquivos armazenados no SugarSync.

Interface limpa ajuda manipular o aplicativo

Documentos do Word e arquivos PDF podem ser lidos pelo próprio programa. A leitura de arquivos PDF foi notavelmente mais lenta que outros aplicativos. É possível bater novos fotos pelo próprio SugarSync para armazená-las no servidor, no entanto você será obrigado a esperar a sincronização acontecer para registrar um novo momento. As músicas no formato MP3 podem ser transmitidas diretamente dos servidores para serem escutadas.

SugarSync faz um bom papel em relação às suas características básicas, mas faltam recursos mais fáceis como, por exemplo, visualizar documentos do Pages e vídeos do Quicktime. O lado bom é que o aplicativo está disponível na App Store brasileira e é totalmente gratuito.

Opinião: Razões para trocar o Facebook pelo Google+

Pode o Google+ roubar usuários do Facebook? A julgar pelos novos recursos e pela integração com as ferramentas essenciais da Google, sim.

Quando alguém pergunta “pode o Google+ vencer o Facebook?”, essa pessoa está, na verdade, revelando que não entendeu direito a questão. Não se trata do confronto entre um site e outro: o Google+ é mais que isso. A razão pela qual o Google chama o Google+ de “ projeto” é que o Google+ vai se tornar uma peça fundamental em tudo que existe com a marca Google. Ele vai reformular a
empresa inteira. Portanto, a verdadeira questão é: “Pode a Google vencer o Facebook?” Dito desta forma, a competição parece muito mais intensa.

O Facebook, é claro, leva uma vantagem enorme, mas há boas razões – nove, pelo menos – para que as pessoas considerem seriamente trocar o Facebook pelo Google +.

1. Integração com serviços do Google

O maior apelo que a Google tem para atrair as pessoas rumo ao Google+ é a integração. Ou seja, a Google vai construir recursos e ferramentas Google+ em quase todos os seus atuais serviços online, de pesquisas a vídeos. O Google + já está aparece na barra de navegação no canto superior direito de quase todos os produtos Google, o que permite que você monitore todos os eventos Google+ (atualizações, mensagens, etc.), além de compartilhar conteúdo com amigos, sem nunca abandonar o serviço Google que estiver usando.

Milhões e milhões de pessoas usam os serviços gratuitos do Google (Gmail, Docs, Busca, etc.). E, com o Google+ tão ligado a eles, vai parecer tolice abrir algum outro site (como o Facebook) para trabalhar com sua rede social.

2. Gestão do “melhor amigo”

A Google acredita que o conceito de círculos (“Circles”) tem mais a ver com nossa forma de fazer amigos na vida real. Todos nós mantemos vários graus de amizade e costumamos interagir com nossos vários amigos de maneiras muito diferentes. O recurso Grupos do Facebook até permite formar grupos de amigos. Mas, se comparado com a forma como isso é feito no Google+, o jeito arranjado pela rede social de Mark Zuckerberg parece complicado. Afinal, o recurso Grupos do Facebook grupos é bastante novo e foi “construído sobre” algo existente, ao passo que os “círculos” de amizade são a base da plataforma Google+.

3. Um app móvel melhor

Se você usa o sistema Android, vai perceber que enviar conteúdo do celular para a plataforma social é mais fácil, claro e funcional com o app móvel do Google +. O aplicativo já é ótimo, mas pode acreditar que a Google vai procurar mais e mais maneiras de fazer de seu Android uma interface transparente para a plataforma Google+. E já está em produção o app para o iPhone… =)

A Google espera usar sua imensa base de usuários do Android como uma ponta de lança contra o Facebook, cujo app móvel, embora tenha boa aparência, sofre com uma usabilidade meio desajeitada.

4. Encontrar coisas para compartilhar é mais fácil

O recurso Sparks do Google+ é outro diferencial importante em relação ao Facebook. O Spark consiste na exploração, pela Google, do potencial de seu motor de buscas de uma forma que o Facebook não pode fazer – dar aos usuários uma fonte imediata de informação relevante para compartilhar com os amigos.

Como o Facebook não tem motor de busca, seus usuários precisam sair do site caso queiram encontrar dados compartilháveis – ou esperar que seus amigos a compartilhem. A pergunta “como posso encontrar coisas para compartilhar” é imediatamente respondida com o Sparks.

5. Você pode ter seus dados de volta

O Facebook é conhecido por seu fraco empenho em zelar por dados pessoais. Você é forçado a tornar “públicas” certas partes de seus dados pessoais, por exemplo, e é muito difícil excluir permanentemente seu perfil no Facebook.

A Google, por outro lado, permite que você pegue todos os dados que você depositou no Google+ e vá embora. Isto é feito através de uma ferramenta chamada “Liberação de dados” (Data Liberation). Com apenas alguns cliques, você pode fazer o download de dados de seus álbuns no Picasa, seu perfil no Google, seu fluxo no Google + e no Buzz e todos os seus contatos.

6. Marcação de fotos melhorada

Ao visualizar fotos no Google +, você pode aplicar “marcas” (tags) às pessoas que aparecem nelas da mesma forma como faz no Facebook. Basta desenhar um pequeno quadrado em volta do rosto de uma pessoa e, em seguida, digitar seu nome na caixa que surgir (ou escolher um dos nomes oferecidos pelo Google+).

Mas há uma grande diferença na maneira como o Google lida com o aspecto privacidade na marcação de fotos. Quando alguém aplica uma tag, você vê esta nota: “Ao adicionar esta tag, você irá notificar a pessoa que você a marcou. Elas serão capazes de ver a foto do álbum e afins.” O Facebook, por outro lado, não se esforça para avisar que as pessoas foram marcadas (possivelmente em uma foto comprometedora), o que daria a elas uma oportunidade de remover a tag.

Além disso, o Google sabiamente não usar softwares de reconhecimento facial, tal como o que o Facebook usa para identifica automaticamente pessoas em fotos enviadas para álbuns do usuário.

7. Melhor bate-papo em grupo

Em bate-papo, o Google+ tira facilmente o Facebook de campo. A montagem de chats de vídeo em grupo usando o recurso Handgouts no Google+ é fácil, e formar grupos para uma conversa rápida parece ser algo natural e divertido de se fazer em um ambiente de rede social.

Da mesma forma, o novo app móvel Huddle torna mais fácil para donos de dispositivos móveis (Android) iniciar bate-papos de texto em grupo. O Facebook simplesmente não tem algo parecido.

8. Compartilhamento seguro de conteúdo

Os defensores da privacidade há muito tempo tem convocado os sites de redes sociais para deixar que os usuários atribuam um grau de privacidade para cada parcela de conteúdo que compartilham, em vez de usar uma lista de configurações predefinidas para governar todos os dados.

A Google, obviamente, ouviu esses apelos e incorporou essa capacidade ao Google+. Por exemplo, quando eu compartilho um artigo ou carrego uma imagem da câmera, o Google+ permite que eu escolha com quais círculos de amizade eu gostaria de compartilhar esse conteúdo. Vantagem para o Google+.

9. A Google zela melhor por seus dados pessoais

Administrar uma rede social consiste principalmente em zelar de forma responsável pelas informações pessoais dos usuários. O Facebook é uma empresa jovem e veloz que tem-se mostrado arrogante em seus movimentos, sem muito respeito à privacidade dos dados do usuário e propenso a incidentes.

A Google, por outro lado, é uma empresa muito mais madura que, a meu ver, é vista como mais confiável que o Facebook. Na maior parte do tempo, o Google tem defendido seu lema “Não seja má”. Qual empresa você preferiria ter como zeladora de informações que podem identificá-lo pessoalmente?

Mas ficam as dicas, meus caros….eu não troquei o FB ainda, mas já estou invadindo o Google+….

Como remover a partição “Reservada para o Sistema” do Windows 7

Galera,

Segue aí um vídeo com a dica de como remover a partição de 100 MB que é criada automaticamente na instalação do Windows 7. Esta dica é boa para quem pretende criar uma imagem personalizada do Windows 7 e capturá-la posteriormente para distribuir em sua empresa.

Agradecimento à dica do colega Luguta e ao VMware Workstation que ajudou a fazer o vídeo !

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A Google está onde você menos imagina…

Saiba  mais sobre alguns dos principais serviços da Google e entenda por que este nome  deixou de representar apenas o buscador.

Infográfico - A Google está onde você menos imagina [infográfico]

Para muitos, o nome Google é relacionado “apenas” ao buscador mais poderoso de  toda a internet. Mas a verdade é que a Google é uma empresa muito maior do que  mostra o site de pesquisas e está presente em grande parte dos serviços online  que utilizamos atualmente (e outros que também usaríamos, caso soubéssemos que  existem).

Líder  por natureza, a empresa é craque em lançar serviços campeões. Grande parte  de seus produtos é referência nos segmentos em que participam, e isso vale para  servidores de emails, agregadores de mapas online e outros que fogem dos limites  da informática. É o caso do sistema operacional Android (para smartphones e  tablets), que já é o mais utilizado em todo o mundo.

Mas será que você conhece os principais recursos oferecidos pela empresa de  Mountain View? Neste artigo, reunimos as informações mais interessantes sobre  alguns dos principais produtos da Google. Tudo para provar, de uma vez por  todas, que a Google deixou de ser “apenas” o maior buscador da internet há  vários anos.

Muito além do Google Search

Com exceção do Internet Explorer, os principais navegadores da atualidade  utilizam o Google como buscador padrão. Ou seja, se digitar os termos de  pesquisa diretamente na barra de endereços, você será redirecionado para a  página do Google, onde são mostrados os resultados da sua busca.

Mapas e direções

Mas nem sempre o Google Search basta para mostrar aos usuários o que eles  estão procurando. Quando é necessário saber como chegar a determinados locais,  qual é o serviço online que você utiliza? É muito provável que sua resposta seja “Google Maps”, que ainda é muito mais utilizado do que o rival Bing Maps (da  Microsoft).

Mapas e rotas no Google Maps

Além de mostrar mapas das cidades, o Google Maps também possui um avançado  sistema de identificação de rotas. Com ele, é possível inserir dados de local de  saída e chegada e saber com detalhes os caminhos que deverão ser seguidos.  Também é possível visualizar os percursos em imagens de satélite, e algumas  cidades já contam com um novo recurso: Street View.

O Google Street View está disponível em poucas cidades  brasileiras (como as capitais de Rio de Janeiro e São Paulo), mas, em constante  crescimento, promete chegar a outras capitais em breve. Com ele, os usuários  podem visualizar as cidades como se estivessem passeando por elas, sendo ainda  melhor do que o Maps para visualizar caminhos e rotas.

Tradutor com suporte para vários idiomas

Babelfish: cerca de dez anos atrás, ninguém pensava em outro nome para  realizar traduções na internet. O tempo passou e a liderança também mudou. Hoje  existe o Google Translate, que oferece suporte para 59 idiomas diferentes  (incluindo alguns que não utilizam o nosso alfabeto, como é o caso do Russo e do  Árabe).

O serviço também apresenta mecanismos para traduções de páginas completas,  além de fornecer (em alguns dos 59 idiomas) um sistema de narração dos textos  traduzidos. Com esse sistema, é possível realizar até mesmo algumas brincadeiras  (clique aqui para relembrar o beatbox criado com o Google Translate).

Pesquisas acadêmicas

Pensando em maneiras de catalogar as obras acadêmicas indexadas pelo  buscador, a Google lançou o serviço Google Scholar (Acadêmico, em português).  Com ele, os usuários podem encontrar obras mais confiáveis para seus trabalhos  acadêmicos e artigos científicos. Por isso, ele é bastante recomendado para  universitários que precisam de mais referências em seus projetos.

Sobre o ombro de gigantes

Grande parte dos links disponíveis no Google Acadêmico direcionam os usuários  para arquivos em formato PDF, que podem ser baixados para as máquinas e  utilizados como referências em várias ocasiões diferentes.

O pensamento Google

A Google pensa da seguinte maneira quando desenvolve seus projetos: “se 20%  dos usuários precisa disso, é útil”, por isso, na página inicial do Google  Brasil estão disponíveis os seguintes serviços: Mapas, Orkut, Gmail, Notícias e  Vídeos. Vale lembrar que apenas no Brasil a rede social está presente, pois só  aqui há demanda pelo serviço.

Se o produto não é demanda de 20% dos usuários, mas é muito necessário e  importante para pelo menos 5% deles, a Google considera o serviço como sendo  avançado. Ou seja, ele não será descontinuado, mas ficará menos exposto aos  olhos. Podemos citar Google Acadêmico, Translate e Docs como parte desse  segmento.

“Se é bom, a gente compra!”

Com a receita anual girando em torno de 20 bilhões de dólares,  você deve imaginar que a Google possa comprar tudo o que quiser, não é mesmo?  Essa é uma grande verdade, pois há vários serviços da empresa que foram criados  por outros desenvolvedores e comprados quando já eram sucesso de público.

Há um número gigantesco de casos que podem ser utilizados como exemplos para  ilustrar isso. Em 2010, o editor de imagens online Picnik foi comprado por uma quantia que permeia os 50  milhões de dólares. Quatro anos antes, o valor desembolsado pela Google para  comprar o YouTube foi ainda maior: 1,65 bilhão de dólares. E esses são apenas  alguns dos mais famosos.

Mas se você está pensando que tudo o que a Google compra é rentável, está  muito enganado. O próprio YouTube, por exemplo, funciona hoje como uma enorme  plataforma de divulgação da empresa, mas os rendimentos não cobrem as despesas  com manutenção e aquisição de servidores, cada dia mais necessários.

Google em todas as partes

Como dissemos no item anterior, a Google possui um faturamento que gira em  torno dos 20 bilhões de dólares. Mas você sabe de onde vem esse dinheiro? Como o  Tecmundo explicou há algumas semanas, uma enorme parcela dos rendimentos da empresa é oriunda das propagandas.

E elas estão por todas as partes. Quem é que nunca acessou algum site e  encontrou, logo abaixo do cabeçalho, uma linha ou duas com os “anúncios Google”? Qualquer usuário pode se cadastrar no Google Adsense e colocar algumas  propagandas em seu site, o que gera rendimentos para a Google e para o usuário.  No YouTube, essas propagandas também estão presentes, sendo mostradas na parte  inferior dos vídeos.

Google Labs: a fábrica de sonhos

O sucesso dos serviços da Google não surgiu por acaso. Antes de ir a público,  as ferramentas são testadas incessantemente para que sejam encontrados e  corrigidos erros de funcionalidade e, principalmente, de segurança. O nome dado  ao laboratório de testes é Google Labs, e nele são realizadas as avaliações dos  produtos.

Discover Music: por enquanto apenas para indianos

Alguns dos serviços passam por longos períodos de testes internos, como é o  caso do Gmail, que ficou dois anos sendo utilizado apenas pelos membros da  empresa. Depois desses dois anos, foram mais 12 meses de fase Beta, até que  fosse lançada a versão final do serviço de emails. Primeiro com convites e,  depois, liberado para todos.

Outros produtos que demandam menos segurança, como é o caso do Google Maps,  ficam menos tempo em testes fechados. O agregador de mapas ficou por seis meses  em Beta interno, até que foi liberado para testes dos usuários. Constantemente a  Google lança novos recursos para ele, como o Transit, Street View e vários  outros.

O que está nos laboratórios agora?

Atualmente o Google Labs possui vários produtos em desenvolvimento.   Eles podem ser acessados pela página oficial do Labs e estão divididos em  várias categorias: Aplicativos, Android, Comunicação, Mapas, Busca e outros.  Alguns dos principais disponíveis rodam diretamente no navegador.

Google  Body Browser, por exemplo, pode ser acessado no Google Chrome ou Firefox 4 e  mostra (com detalhes) as várias camadas do corpo humano. Isso inclui ossos,  músculos, veias, artérias, nervos e órgãos. É uma verdadeira aula de anatomia  online.

Outro bastante interessante é o Page Speed Online, recomendado para  desenvolvedores de páginas da internet. Ele analisa sites e gera relatórios do  que pode ser modificado na estrutura do endereço varrido, para que os webmasters  saibam como fazer com que seus sites sejam mais leves e dinâmicos.

Google Earth entra em órbita

Assim que instalamos o Google Earth, a primeira ação que realizamos é buscar  imagens de nossas casas. Depois visitamos alguns pontos turísticos e em seguida  fazemos a Terra rodar sobre o seu próprio eixo. Pelo menos esse é o roteiro de  utilização de 90% dos usuários. Quem nunca fez algo parecido?

E depois da Terra, o Google Earth passou a ganhar outros recursos. Hoje é  possível visualizar também as profundezas dos oceanos e o planeta Marte. Tudo  isso pode ser ativado com algumas configurações do aplicativo Google Earth,  disponível em vários sistemas operacionais.

O fracasso também existe

Apesar do toque de Midas, a Google também conhece o fracasso em alguns de  seus serviços, porque nem todos os recursos oferecidos pela empresa de Mountain  View agradam aos usuários. Você sabe do que estamos falando? Pois vamos  refrescar a sua memória com dois dos produtos Google que não conseguiram chegar ao topo das paradas.

Google Buzz

Uma mistura de rede social com serviço de microblog, em uma tentativa de  combater Facebook e Twitter ao mesmo tempo. O resultado não foi satisfatório,  pois poucos usuários decidiram migrar para o Buzz. Hoje o serviço foi abandonado por grande parte dos  internautas e poucos se lembram dele quando ouvem a palavra “microblog”.

Google Wave

Mais uma tentativa de agregar muitas funções em apenas uma interface. O Google Wave pretendia ser uma plataforma colaborativa, com  mensagens instantâneas, email e rede social integrados. Uma proposta excelente,  mas pouco aceita pelos usuários. O resultado foi o anúncio da descontinuação do  projeto, que em 2012 deve deixar de estar disponível na  internet.

Fonte: Tecmundo, Baixaki

Trilhas Profissionais de TI – RoadShow BH 2011

Ontem tivemos mais um grande e excelente evento da Microsoft em BH: o MS RoadShow BH 2011.  Neste evento, tivemos um dia inteiro de palestras e casos de uso, sempre simulando ambientes reais, onde poderíamos ver as últimas novidades da gigante de Redmond em prática. Melhor ainda sendo apresentado pelo IT Pro Evangelist Fábio Hara.

O ponto alto do dia foi o Cloud Computing: Computação em Nuvens. Como todos já sabem (ou já ouviram falar), a Microsoft está investindo pesado na computação em nuvens, Data Center’s de 3ª geração, entre outros.

Acho muito importante a participação em eventos desse tipo. Profissionais que participam dessas conferências estão um passo a frente de candidatos a novas oportunidades. Pois, nos dias de hoje as empresas querem profissionais que agreguem valor a empresa adicionando valor a si mesmos.

Vamos então a alguns assuntos que serão abordados na trilha de desenvolvimento:

  • Windows Phone 7
  • Sharepoint
  • Windows Azure
  • ASP.NET MVC e Web Forms
  • HTML 5
  • IE9
  • Silverlight

Fato que boa parte dos desenvolvedores apenas ouviu falar de alguns desses tópicos, literalmente nunca viu a coisa funcionando. E um evento como esse, cheio de demonstrações práticas pode vir a ser uma porta aberta para uma nova oportunidade de trabalho ou mesmo uma guinada em sua carreira.

A trilha de TI não é diferente, vejamos:

  • Cloud Computing
  • Windows Azure
  • BPOS
  • Office 365
  • Nuvem Privada
  • Windows 7

Posso dizer a mesma coisa para os profissionais de TI, muitos nem se quer conhecem todas as inovações dos produtos que a Microsoft lançou nosúltimos meses e o seu ponta-pé para um crescimento na carreira pode estar em conhecer algumas dessas tecnologias.

Além disso, há também os links citados no evento:

Grupo de Influenciadores BH no Linkedin

Microsoft Photosynth

TechNet colaborativa (Technet wiki)

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Como criar um ringtone para o iPhone (gratuitamente) usando só o iTunes

 

Uma interessante dica para poder criar, gratuitamente e de qualquer música de nossa biblioteca do iTunes, um ringtone que poderemos usar no iPhone… utilizando somente o iTunes, sem nenhum outro complemento ou programa instalado (funciona, portanto, em Mac e Windows).

Lembro vocês que também podemos criar ringtones gratuítos utilizando GarageBand, e depois importá-los ao iTunes. Mas como disse, o processo que vou comentar consegue-se somente com o iTunes. Estes são os passos:

1.- Nos asseguramos que temos selecionada, nas opções de importação do iTunes, o codificador AAC (está em iTunes / Preferences / Advanced / Importing):

2. – Em seguida, escolhemos uma música e buscamos o ponto inicial e final que nos interessa para o ringtone. Lembrando que os tempos podem ser observados no visor superior do iTunes. Na sequência, botão direito sobre a música, clique em Get Info, e estabelecemos os tempos de entrada e saída na seção “Options” da música selecionada. Lembrando que tem que durar no máximo 30 segundos…

3. – Agora, de novo botão direito sobre a música, e clicamos em “Convert selection to AAC”. Isto nos criará um novo arquivo recortado a partir da música original, com a duração que especificamos no passo anterior.

4. – Já quase temos nosso ringtone. Arrastamos o arquivo que acabamos de criar para fora do iTunes…

5. – … e renomeamos sua extensão, de .m4a para m4r (a extensão de ringtones do iTunes). Pronto! Já o temos! Traga-o de volta ao iTunes clicando na música com a extensão alterada e sincronize o seu iPhone.

Mesmo que não seja o método mais intuitivo, mas não é nada complicado e sempre teremos o iTunes com o qual poderemos criar o que quiser.

No exemplo, criamos um ringtone a partir da música “Kill Machine”, de Kill Bill G (música livre). Fique à vontade para baixar aqui.

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