Novo Playstation Vita: o portátil que vai desbancar o 3DS
O mundo está em jogo
Enfrente adversários do mundo todo enquanto cruza a cidade de ônibus. Controle cada movimento com o toque de um dedo ou exploda combatentes inimigos voando pela sua sala. Algumas de suas marcas favoritas do PS3™ e novos títulos desenvolvidos apenas para PlayStation®Vita oferecem uma nova experiência de jogo sem limites. O mundo está em jogo.

Formas de jogar totalmente novas
Transforme o seu mundo. Com as câmeras dianteira e traseira, você pode transformar balcões de cozinha em um ringue de combate ou salas de reunião em um campo de batalha. A tecnologia de Realidade Aumentada (RA) para o PlayStation®Vita traz o seu mundo físico para o mundo do PlayStation®.
Interaja com o mundo. Recursos de Wi-Fi e 3G* identificam a localização de adversários próximos, enviam amigos para caças ao tesouro e mantêm o mundo atualizado sobre a sua classificação.
Ação ininterrupta. Literalmente. Mantenha a intensidade em casa ou enquanto estiver em trânsito. Com a conectividade Wi-Fi ou 3G, você pode continuar seus jogos exatamente no ponto em que havia parado, até mesmo em seu sistema PS3™.
*Conectividade sujeita às limitações de disponibilidade de Wi-Fi e de cobertura 3G.
Os maiores e melhores jogos
O PlayStation®Vita muda a maneira como você joga seus títulos favoritos. Com uma tela e um painel traseiro multitoques, sensores de movimento e realidade aumentada, o PS Vita dá vida aos maiores e melhores jogos que você já experimentou. Curta suas aventuras favoritas de um jeito totalmente novo, com gráficos de ponta e recursos sociais inéditos.
Tela OLED deslumbrante de 5 polegadas, painel de toque traseiro e duas alavancas analógicas
Formas atraentes: projetado em torno dos clássicos controles com duas alavancas, o PlayStation®Vita reinventa sua experiência de jogo com um modelo ultrafino e do tamanho certo para o seu bolso.
Beleza nos detalhes: aprecie conteúdos com qualidade de cinema nesta tela OLED de 5 polegadas com a mais alta definição.
Controle completo: a tela frontal multitoque e o painel de toque traseiro identificam cada toque e colocam seus dedos no comando
Veja um vídeo abaixo com o compacto do novo console:
Dual boot de Windows 7 e Windows Server 2008 R2, usando VHD’s
É isso mesmo….
Dual boot do Windows 7 e Windows Server 2008 R2, com direito a menu de opção no momento do boot, e sem utilizar nenhuma ferramenta de particionamento de HD….Ah! E o melhor…com o Windows 7 já instalado e rodando há tempos…
Diferentemente da forma como era realizado anteriormente; através do particionamento do HD, escolha das partições no momento da instalação e edição da linha de boot inicializável, agora ficou tudo mais simples. Vou mostrar mais abaixo. Basta apenas criar o VHD, conforme as instruções para otimização do sistema, e ativá-lo de modo a aceitar um SO para rodar o ambiente perfeitamente, em um hardware dedicado*. A única parte virtualizada seria o HD (no caso, VHD), que não atrapalha em nada o processo, pois emula praticamente um disco através do arquivo gerenciável e da interface de gerenciamento de discos, o que o faz semelhante a um disco rígido físico.
Vejamos como fazer isto:
A sequência de comandos exata a ser usada no processo, mais abaixo:
Lembre-se que estamos pressupondo a instalação já realizada do Windows 7. Se não, instale-a…
- Verificar se existe, no mínimo, 32 GB ou mais de espaço em disco disponível.
- Insira o disco do Windows Server 2008 R2 e pressione SHIFT+F10. O prompt de comando do DOS aparecerá, para que possamos começar a configurar o VHD. Os comandos não são Case Sensitive. Só estou digitando em caixa alta afim de otimizar a vizualização.
- Digite DISKPART para executar o utilitário.
- LIST DISK para checar os discos disponíveis em seu sistema. Estou supondo que não exista outro disco…
- SELECT DISK 0
- CREATE PARTITION PRIMARY
- FORMAT FS=NTFS QUICK
- LIST VOL
- ASSIGN
- LIST VOL
- CREATE VDISK FILE=c:\VHD\windows2008r2.vhd MAXIMUM=200000 TYPE=EXPANDABLE
- SELECT VDISK FILE=c:\VHD\windows2008r2.vhd
- ATTACH VDISK
- CREATE PARTITION PRIMARY
- FORMAT FS=NTFS QUICK
- ASSIGN LETTER=V:
- LIST VOL
- LIST VDISK
- EXIT DISKPART
- Já pode finalizar a janela do WinPE.

Instalação: momento após o boot com o DVD do Windows Server 2008 R2...

Criação do VHD: agora será criado e configurado o "disco" onde será armazenado o SO, utilizando o utilitário DISKPART.
Outras referências e artigos:
Windows Automated Installation Kit (WAIK) para Windows 7 e Windows Server 2008 R2 – obtenha @http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?displaylang=en&FamilyID=60a07e71-0acb-453a-8035-d30ead27ef72. É a bíblia dos profissionais que precisam de um “Boot from VHD”.
Windows Virtualization Blog – Ver o VHD depois da inicialização em http://blogs.technet.com/virtualization/archive/2009/05/14/native-vhd-support-in-windows-7.aspx.
Knom’s Developer Corner – Outro bom post http://blogs.msdn.com/knom/archive/2009/04/07/windows-7-vhd-boot-setup-guideline.aspx.
*Hardware dedicado pois no momento da utilização de um dos sistemas em Dual, o outro fica completamente desligado, o que aumenta o poder de processamento e “individualiza” o Sistema Operacional em questão.
Da série, Will it Blend ? “O que vamos liquidificar ?” – iPhone 4s
Galera,
Para não perder o costume, mais um vídeo da série ”Will it Blend”…ele possui vários outros vídeos, mas faço questão de postar aqui os tecnológicos. Principalmente quando fazem referências a ótimos gadgets….
O anterior foi do iPhone 4, que me deixou até com medo….agora esse me deixa injuriado, pois nem tenho um iPhone 4s ainda ! E imaginem só a SIRI (assistente de voz virtual) gritando enquanto é liquidificada….’risos’ !
E não, não é montagem. Esse louco “liquidifica” tudo que vê pela frente !
E, mais uma vez, ele satiriza o nosso querido Steve Jobs….!
LogMeIn: Como fazer um computador entrar em modo inativo/ativo ou se desligar usando o recurso Wake On LAN
Galera,
Todos aqui já devem conhecer, de antemão, o sistema de acesso remoto free LogMeIn. Aos que não conhecem, aqui está o Guia do Usuário, para aprofundarem no mesmo. Super seguro, de excelente qualidade e de fácil gerenciamento e aprendizado, detona todos os concorrentes gratuitos do mercado. Possui até app para iPhone !
Mas não é disso que iremos falar hoje….
Logo abaixo, aprenderemos como habilitar o recurso de Wake On LAN (”acordar automático”) em nossas máquinas que possuem o client do LogMeIn instalado:
Quando todos os requisitos forem atendidos, será possível usar o Wake On LAN para ativar um computador que está em modo inativo (PC e Mac) ou desligado (PC).
Confira esta lista para ter certeza de que poderá usar o recurso Wake On LAN.
• Há pelo menos um outro host do LogMeIn na LAN online e disponível?
• O recurso Wake On LAN está habilitado no host?
No host, abra o LogMeIn e siga este caminho: Opções > Preferências > Configurações avançadas. Em Rede, certifique-se de que a opção Habilitar ‘Wake On LAN’ (WoL) no estado de hibernação (sleep) e de desligamento esteja selecionada.
Não é possível acessar este recurso?
• Se o LogMeIn tiver sido instalado por um administrador ou através de um Link de instalação do LogMeIn Central, seu administrador poderá ter restringido seu acesso a este recurso. Para obter mais informações, entre em contato com o administrador.
Deseja ativar um PC que está desligado?
• Para um host Windows desligado (mas conectado), confirme se o recurso Wake On LAN está habilitado no BIOS do computador.

Deseja ativar um Mac?
• Habilite a seguinte configuração: Preferências do sistema > Economia de energia > guia Opções > Ativar para acesso de administrador de rede Ethernet.
• Confirme se o computador está em uma rede cabeada. Não há suporte para o recurso Wake On LAN em hosts Mac em rede sem fio.
• Confirme se o Mac está em modo inativo e não desligado.Não é possível ativar um Mac desligado.
O host está em um modo inativo suportado?
• Modo de espera, inativo ou hibernação (ACPI especificação S3 ou S4).
Tudo pronto?
Qualquer computador na conta que esteja pronto para Wake On LAN mostrará o botão Ativar este computador. Para ativar o computador, clique no botão. Pode levar vários minutos para o computador ser ativado.

Figura: Wake On LAN na Exibição lado a lado
Aplicativo oferece espaço gratuito de 5GB para iPhone
O serviço online de backup SugarSync permite que arquivos armazenados no sistema da empresa sejam compartilhados com amigos ou até mesmo sincronizá-los com novas fotos e músicas armazenadas no computador. Com o aplicativo SugarSync para iPhone o mesmo pode ser feito na palma da mão do usuário.
Antes de começar a usar o aplicativo, será necessário criar uma conta do SugarSync. Cada registro oferece até 5GB de armazenamento gratuito, sendo que maiores espaços podem ser contratados.
Depois de fazer a sincronização dos arquivos no computador com Mac OS X ou Windows, eles aparecerão no iPhone. Com uma interface limpa, fica fácil de interagir com o aplicativo. Ao contrário do app semelhante Dropbox, alguns recursos são bastante limitados. Não é possível assistir a vídeos dentro do aplicativo nem mesmo excluir arquivos armazenados no SugarSync.

Interface limpa ajuda manipular o aplicativo
Documentos do Word e arquivos PDF podem ser lidos pelo próprio programa. A leitura de arquivos PDF foi notavelmente mais lenta que outros aplicativos. É possível bater novos fotos pelo próprio SugarSync para armazená-las no servidor, no entanto você será obrigado a esperar a sincronização acontecer para registrar um novo momento. As músicas no formato MP3 podem ser transmitidas diretamente dos servidores para serem escutadas.
SugarSync faz um bom papel em relação às suas características básicas, mas faltam recursos mais fáceis como, por exemplo, visualizar documentos do Pages e vídeos do Quicktime. O lado bom é que o aplicativo está disponível na App Store brasileira e é totalmente gratuito.

Como remover a partição “Reservada para o Sistema” do Windows 7
Galera,
Segue aí um vídeo com a dica de como remover a partição de 100 MB que é criada automaticamente na instalação do Windows 7. Esta dica é boa para quem pretende criar uma imagem personalizada do Windows 7 e capturá-la posteriormente para distribuir em sua empresa.
Agradecimento à dica do colega Luguta e ao VMware Workstation que ajudou a fazer o vídeo !
A Google está onde você menos imagina…
Saiba mais sobre alguns dos principais serviços da Google e entenda por que este nome deixou de representar apenas o buscador.
![Infográfico - A Google está onde você menos imagina [infográfico] Infográfico - A Google está onde você menos imagina [infográfico]](http://ibxk.com.br/materias/9634/infografico-tecmundo-9634.jpg)
Para muitos, o nome Google é relacionado “apenas” ao buscador mais poderoso de toda a internet. Mas a verdade é que a Google é uma empresa muito maior do que mostra o site de pesquisas e está presente em grande parte dos serviços online que utilizamos atualmente (e outros que também usaríamos, caso soubéssemos que existem).
Líder por natureza, a empresa é craque em lançar serviços campeões. Grande parte de seus produtos é referência nos segmentos em que participam, e isso vale para servidores de emails, agregadores de mapas online e outros que fogem dos limites da informática. É o caso do sistema operacional Android (para smartphones e tablets), que já é o mais utilizado em todo o mundo.
Mas será que você conhece os principais recursos oferecidos pela empresa de Mountain View? Neste artigo, reunimos as informações mais interessantes sobre alguns dos principais produtos da Google. Tudo para provar, de uma vez por todas, que a Google deixou de ser “apenas” o maior buscador da internet há vários anos.
Muito além do Google Search
Com exceção do Internet Explorer, os principais navegadores da atualidade utilizam o Google como buscador padrão. Ou seja, se digitar os termos de pesquisa diretamente na barra de endereços, você será redirecionado para a página do Google, onde são mostrados os resultados da sua busca.
Mapas e direções
Mas nem sempre o Google Search basta para mostrar aos usuários o que eles estão procurando. Quando é necessário saber como chegar a determinados locais, qual é o serviço online que você utiliza? É muito provável que sua resposta seja “Google Maps”, que ainda é muito mais utilizado do que o rival Bing Maps (da Microsoft).

Além de mostrar mapas das cidades, o Google Maps também possui um avançado sistema de identificação de rotas. Com ele, é possível inserir dados de local de saída e chegada e saber com detalhes os caminhos que deverão ser seguidos. Também é possível visualizar os percursos em imagens de satélite, e algumas cidades já contam com um novo recurso: Street View.
O Google Street View está disponível em poucas cidades brasileiras (como as capitais de Rio de Janeiro e São Paulo), mas, em constante crescimento, promete chegar a outras capitais em breve. Com ele, os usuários podem visualizar as cidades como se estivessem passeando por elas, sendo ainda melhor do que o Maps para visualizar caminhos e rotas.
Tradutor com suporte para vários idiomas
Babelfish: cerca de dez anos atrás, ninguém pensava em outro nome para realizar traduções na internet. O tempo passou e a liderança também mudou. Hoje existe o Google Translate, que oferece suporte para 59 idiomas diferentes (incluindo alguns que não utilizam o nosso alfabeto, como é o caso do Russo e do Árabe).
O serviço também apresenta mecanismos para traduções de páginas completas, além de fornecer (em alguns dos 59 idiomas) um sistema de narração dos textos traduzidos. Com esse sistema, é possível realizar até mesmo algumas brincadeiras (clique aqui para relembrar o beatbox criado com o Google Translate).
Pesquisas acadêmicas
Pensando em maneiras de catalogar as obras acadêmicas indexadas pelo buscador, a Google lançou o serviço Google Scholar (Acadêmico, em português). Com ele, os usuários podem encontrar obras mais confiáveis para seus trabalhos acadêmicos e artigos científicos. Por isso, ele é bastante recomendado para universitários que precisam de mais referências em seus projetos.

Grande parte dos links disponíveis no Google Acadêmico direcionam os usuários para arquivos em formato PDF, que podem ser baixados para as máquinas e utilizados como referências em várias ocasiões diferentes.
O pensamento Google
A Google pensa da seguinte maneira quando desenvolve seus projetos: “se 20% dos usuários precisa disso, é útil”, por isso, na página inicial do Google Brasil estão disponíveis os seguintes serviços: Mapas, Orkut, Gmail, Notícias e Vídeos. Vale lembrar que apenas no Brasil a rede social está presente, pois só aqui há demanda pelo serviço.
Se o produto não é demanda de 20% dos usuários, mas é muito necessário e importante para pelo menos 5% deles, a Google considera o serviço como sendo avançado. Ou seja, ele não será descontinuado, mas ficará menos exposto aos olhos. Podemos citar Google Acadêmico, Translate e Docs como parte desse segmento.
“Se é bom, a gente compra!”
Com a receita anual girando em torno de 20 bilhões de dólares, você deve imaginar que a Google possa comprar tudo o que quiser, não é mesmo? Essa é uma grande verdade, pois há vários serviços da empresa que foram criados por outros desenvolvedores e comprados quando já eram sucesso de público.
Há um número gigantesco de casos que podem ser utilizados como exemplos para ilustrar isso. Em 2010, o editor de imagens online Picnik foi comprado por uma quantia que permeia os 50 milhões de dólares. Quatro anos antes, o valor desembolsado pela Google para comprar o YouTube foi ainda maior: 1,65 bilhão de dólares. E esses são apenas alguns dos mais famosos.
Mas se você está pensando que tudo o que a Google compra é rentável, está muito enganado. O próprio YouTube, por exemplo, funciona hoje como uma enorme plataforma de divulgação da empresa, mas os rendimentos não cobrem as despesas com manutenção e aquisição de servidores, cada dia mais necessários.
Google em todas as partes
Como dissemos no item anterior, a Google possui um faturamento que gira em torno dos 20 bilhões de dólares. Mas você sabe de onde vem esse dinheiro? Como o Tecmundo explicou há algumas semanas, uma enorme parcela dos rendimentos da empresa é oriunda das propagandas.
E elas estão por todas as partes. Quem é que nunca acessou algum site e encontrou, logo abaixo do cabeçalho, uma linha ou duas com os “anúncios Google”? Qualquer usuário pode se cadastrar no Google Adsense e colocar algumas propagandas em seu site, o que gera rendimentos para a Google e para o usuário. No YouTube, essas propagandas também estão presentes, sendo mostradas na parte inferior dos vídeos.
Google Labs: a fábrica de sonhos
O sucesso dos serviços da Google não surgiu por acaso. Antes de ir a público, as ferramentas são testadas incessantemente para que sejam encontrados e corrigidos erros de funcionalidade e, principalmente, de segurança. O nome dado ao laboratório de testes é Google Labs, e nele são realizadas as avaliações dos produtos.

Alguns dos serviços passam por longos períodos de testes internos, como é o caso do Gmail, que ficou dois anos sendo utilizado apenas pelos membros da empresa. Depois desses dois anos, foram mais 12 meses de fase Beta, até que fosse lançada a versão final do serviço de emails. Primeiro com convites e, depois, liberado para todos.
Outros produtos que demandam menos segurança, como é o caso do Google Maps, ficam menos tempo em testes fechados. O agregador de mapas ficou por seis meses em Beta interno, até que foi liberado para testes dos usuários. Constantemente a Google lança novos recursos para ele, como o Transit, Street View e vários outros.
O que está nos laboratórios agora?
Atualmente o Google Labs possui vários produtos em desenvolvimento. Eles podem ser acessados pela página oficial do Labs e estão divididos em várias categorias: Aplicativos, Android, Comunicação, Mapas, Busca e outros. Alguns dos principais disponíveis rodam diretamente no navegador.
Google Body Browser, por exemplo, pode ser acessado no Google Chrome ou Firefox 4 e mostra (com detalhes) as várias camadas do corpo humano. Isso inclui ossos, músculos, veias, artérias, nervos e órgãos. É uma verdadeira aula de anatomia online.

Outro bastante interessante é o Page Speed Online, recomendado para desenvolvedores de páginas da internet. Ele analisa sites e gera relatórios do que pode ser modificado na estrutura do endereço varrido, para que os webmasters saibam como fazer com que seus sites sejam mais leves e dinâmicos.
Google Earth entra em órbita
Assim que instalamos o Google Earth, a primeira ação que realizamos é buscar imagens de nossas casas. Depois visitamos alguns pontos turísticos e em seguida fazemos a Terra rodar sobre o seu próprio eixo. Pelo menos esse é o roteiro de utilização de 90% dos usuários. Quem nunca fez algo parecido?
E depois da Terra, o Google Earth passou a ganhar outros recursos. Hoje é possível visualizar também as profundezas dos oceanos e o planeta Marte. Tudo isso pode ser ativado com algumas configurações do aplicativo Google Earth, disponível em vários sistemas operacionais.
O fracasso também existe
Apesar do toque de Midas, a Google também conhece o fracasso em alguns de seus serviços, porque nem todos os recursos oferecidos pela empresa de Mountain View agradam aos usuários. Você sabe do que estamos falando? Pois vamos refrescar a sua memória com dois dos produtos Google que não conseguiram chegar ao topo das paradas.
Google Buzz
Uma mistura de rede social com serviço de microblog, em uma tentativa de combater Facebook e Twitter ao mesmo tempo. O resultado não foi satisfatório, pois poucos usuários decidiram migrar para o Buzz. Hoje o serviço foi abandonado por grande parte dos internautas e poucos se lembram dele quando ouvem a palavra “microblog”.
Google Wave
Mais uma tentativa de agregar muitas funções em apenas uma interface. O Google Wave pretendia ser uma plataforma colaborativa, com mensagens instantâneas, email e rede social integrados. Uma proposta excelente, mas pouco aceita pelos usuários. O resultado foi o anúncio da descontinuação do projeto, que em 2012 deve deixar de estar disponível na internet.
Fonte: Tecmundo, Baixaki
Trilhas Profissionais de TI – RoadShow BH 2011
Ontem tivemos mais um grande e excelente evento da Microsoft em BH: o MS RoadShow BH 2011. Neste evento, tivemos um dia inteiro de palestras e casos de uso, sempre simulando ambientes reais, onde poderíamos ver as últimas novidades da gigante de Redmond em prática. Melhor ainda sendo apresentado pelo IT Pro Evangelist Fábio Hara.
O ponto alto do dia foi o Cloud Computing: Computação em Nuvens. Como todos já sabem (ou já ouviram falar), a Microsoft está investindo pesado na computação em nuvens, Data Center’s de 3ª geração, entre outros.

Acho muito importante a participação em eventos desse tipo. Profissionais que participam dessas conferências estão um passo a frente de candidatos a novas oportunidades. Pois, nos dias de hoje as empresas querem profissionais que agreguem valor a empresa adicionando valor a si mesmos.
Vamos então a alguns assuntos que serão abordados na trilha de desenvolvimento:
- Windows Phone 7
- Sharepoint
- Windows Azure
- ASP.NET MVC e Web Forms
- HTML 5
- IE9
- Silverlight
Fato que boa parte dos desenvolvedores apenas ouviu falar de alguns desses tópicos, literalmente nunca viu a coisa funcionando. E um evento como esse, cheio de demonstrações práticas pode vir a ser uma porta aberta para uma nova oportunidade de trabalho ou mesmo uma guinada em sua carreira.
A trilha de TI não é diferente, vejamos:
- Cloud Computing
- Windows Azure
- BPOS
- Office 365
- Nuvem Privada
- Windows 7
Posso dizer a mesma coisa para os profissionais de TI, muitos nem se quer conhecem todas as inovações dos produtos que a Microsoft lançou nosúltimos meses e o seu ponta-pé para um crescimento na carreira pode estar em conhecer algumas dessas tecnologias.
Além disso, há também os links citados no evento:
Grupo de Influenciadores BH no Linkedin
Como criar um ringtone para o iPhone (gratuitamente) usando só o iTunes
Uma interessante dica para poder criar, gratuitamente e de qualquer música de nossa biblioteca do iTunes, um ringtone que poderemos usar no iPhone… utilizando somente o iTunes, sem nenhum outro complemento ou programa instalado (funciona, portanto, em Mac e Windows).

Lembro vocês que também podemos criar ringtones gratuítos utilizando GarageBand, e depois importá-los ao iTunes. Mas como disse, o processo que vou comentar consegue-se somente com o iTunes. Estes são os passos:
1.- Nos asseguramos que temos selecionada, nas opções de importação do iTunes, o codificador AAC (está em iTunes / Preferences / Advanced / Importing):

2. – Em seguida, escolhemos uma música e buscamos o ponto inicial e final que nos interessa para o ringtone. Lembrando que os tempos podem ser observados no visor superior do iTunes. Na sequência, botão direito sobre a música, clique em Get Info, e estabelecemos os tempos de entrada e saída na seção “Options” da música selecionada. Lembrando que tem que durar no máximo 30 segundos…

3. – Agora, de novo botão direito sobre a música, e clicamos em “Convert selection to AAC”. Isto nos criará um novo arquivo recortado a partir da música original, com a duração que especificamos no passo anterior.

4. – Já quase temos nosso ringtone. Arrastamos o arquivo que acabamos de criar para fora do iTunes…

5. – … e renomeamos sua extensão, de .m4a para m4r (a extensão de ringtones do iTunes). Pronto! Já o temos! Traga-o de volta ao iTunes clicando na música com a extensão alterada e sincronize o seu iPhone.

Mesmo que não seja o método mais intuitivo, mas não é nada complicado e sempre teremos o iTunes com o qual poderemos criar o que quiser.
No exemplo, criamos um ringtone a partir da música “Kill Machine”, de Kill Bill G (música livre). Fique à vontade para baixar aqui.













